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Samurais x Ninjas: Como escrevi “Dō-maru”

“Organize essa coletânea comigo”. A mensagem do Erick Sama no finado Gtalk me apresentando as suas ideias e me convidando a trabalhar com ele nesse projeto tão interessante me trouxe grande felicidade.

Assim que terminamos a conversa, abri o editor de texto e comecei a digitar freneticamente: a história fluía lépida e cada cena se construía sem esforço. Talvez eu tenha tido alguma inspiração ancestral.

Reproduzi momentos da vida de uma família samurai tendo como personagem principal o Takeru, um menininho cujo pai morrera em batalha.

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Dō-maru é um conto com o qual eu quis apresentar e representar cerimônias e o respeito que os japoneses têm pelas tradições, pelos antepassados e, principalmente, pela honra, pelo nome da família.

Da mesma maneira que fui minucioso nas cenas de batalha, também o fiz nos detalhes dos cenários, dos sentimentos e, claro, dos costumes samurais.

É uma jornada de aprendizado para Takeru: seus mestres, seu avô e seu falecido pai lhe apresentaram lições cotidianas e para a vida. Uma sabedoria em que cada ação tem um grande valor.

Sempre ficava fascinado e até mesmo com um pouco de medo quando o observava colocar o kabuto e a máscara na forma de uma boca feia e enrugada. “É para espantar os inimigos e os maus espíritos”, lembrou-se das palavras do pai, que sempre ia para a guerra tranquilo, como se fosse um dia qualquer.

 

– Takeru, tudo o que você fizer na vida, seja na labuta no campo, no aprendizado com os mestres, ou nas batalhas,  faça com paz e o espírito leve, meu filho. Faça com satisfação e agradecimento. – ele falava se agachando e olhando o menino nos olhos.

Para escrever essa obra, trilhei uma parte do meu Caminho do Guerreiro e espero ter sido digno dessa tarefa tão honrosa que me foi incumbida.

P.S. Para finalizar, quero deixar meus agradecimentos a excelente autora Karen Alvares, pelas dicas sensacionais e direcionamentos precisos. A lapidação desse conto só foi esmerada porque tive ao meu lado suas habilidades profissionais.

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2 Comentários

  1. Cristiano Konno disse:

    Fala Sensei,

    Já lhe disse o que achei desse conto, mas repito aqui. Gostei muito. Trabalhar em histórias com limites de caracteres é bem difícil e você soube detalhar tudo muito bem. Umas das melhores ambientações da coletânea.

    Parabéns pelo conto!

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