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Samurais x Ninjas: Como escrevi “A lenda perdida do primeiro outono”

Antes de tudo, estou bastante feliz. Muitos dos que me conhecem sequer sabiam dessa minha vontade de contar histórias e foram pegos de surpresa por essa publicação, minha primeira aparição como escritor.

Certo, mas como isso aconteceu?

Essa minha vocação se manifestou há muito tempo e eu sempre procurei informações sobre esse universo. Tanto que, certo dia, num blog que uma amiga me passou, encontrei o Guia para Submissão de Contos da coletânea Samurais x Ninjas da Editora Draco.

Os organizadores descreveram bem qual era o foco dessa coletânea. Buscavam textos que contivessem muitos elementos da cultura pop e que não se agarrassem somente em lutas e na narração histórica. Videogames, animes e filmes de fantasia foram indicados como fonte de inspiração.

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Bom, recado entendido. Hora de abrir o editor de texto e começar.

Eu não sei se é assim com todo escritor, mas para mim, no momento em que a ideia surge (e isso pode acontecer pegando um ônibus, tomando banho, almoçando, ou lendo um guia de submissão de contos), vozes começam a repetir na minha cabeça sobre cenas, falas, cenários, desfecho, início, clímax… E, não, elas não se calam e me perturbam o tempo todo até eu trabalhe e exponha tudo aquilo que ainda está preso no universo da imaginação.

Habituado aos animes desde a época da extinta TV Manchete (sim, a velhice me faz companhia) e aos videogames, comecei a pesquisar o passado nipônico e encontrei a era perfeita para a história que já surgia na minha cabeça.

Já sabendo que tratava-se de uma lenda, com a carga histórica de pesquisa suficiente, comecei a trabalhar meu conto. Assim como tantas outras vezes, o texto foi surgindo sozinho e os personagens foram criando sua personalidade aos poucos, como se tivessem vida própria. As batalhas e a trama desenrolaram-se rapidamente até o seu fim, do qual gosto bastante. Depois de tanto digitar com muita satisfação, eu acabei o original.

Vi. Revi. Corrigi. Revi, revi, corrigi, acertei, revi. Reescrevi uma parte ou outra. Revi. Corrigi. Revi e revi mais dezenas e dezenas de vezes em respeito ao leitor e à minha história, que já fazia parte das minhas favoritas. Ao término, o resultado me agradou e espero que a vocês também.

A lenda trata-se da tomada do Templo da Flor de Cerejeira por motivos religiosos. Sob ordens cruéis, Haku Inoue, um general famoso e disciplinado, tentará cumprir sua missão e lutará contra fortes guerreiros monges que, secretamente, protegem uma antiga relíquia. O Real e o Fantasioso misturam-se numa batalha épica.

Um pequeno trecho:

– Não vamos deixar que passem por nós! – Um morador gritou.

 

Haku observou a cena e uma ponta de tristeza surgiu em seu coração. Toda aquela gente inexperiente disposta a morrer para proteger o templo. Era uma pena.

Arigatou!

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0 Comentários

  1. Ana Lúcia Merege disse:

    Ainda não tenho um exemplar, mas antevejo com prazer o momento fem que lerei seu conto!

    • Cristiano Konno disse:

      Timidamente, agradeço muito Ana!

      Estou à disposição para críticas de qualquer tipo e sugestões! Seria algo excepcional para mim!

      Como disse antes, estou ansioso para ler o seu e dos demais colegas!

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