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Monstros Gigantes — Kaiju: Como escrevi “O monstro que habita o âmago”

Começou com a pergunta fundamental: O que eu sei sobre Kaijus, além de Godzilla?

Fui pesquisar. Eu conhecia diversos filmes sobre monstros gigantes, mas nunca havia lido nada do gênero. Não tinha ideia de como começar, de como criar algo que não fosse uma cópia de outro monstro. Queria criar, alimentar, cuidar do meu próprio monstro, e então usá-lo para a destruição.

Consegui pensar então em como ele poderia ser.

Depois veio a segunda pergunta: “Como pode ser diferente do ‘de sempre’?”.

Vemos todos os dias cenas de destruição e monstros que habitam âmagos de coisas diferentes do mundo. Foi ao observar a natureza humana que comecei a pensar em como meu Kaiju deveria ser. Existem filmes antigos sobre humanos gigantes, mas não era isso que eu queria, um humano gigante é só um humano gigante, e ele pequeno já causa bastante destruição, não precisava de um grande. Mas poderia ainda sim juntar essas ideias: um monstro gigante e um ser humano sendo um monstro.

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Voilà! Nascia a base da minha história.

Então veio o nome do conto e todo o desfecho estava na minha cabeça, faltava agora preencher os espaços. Onde, como e onde?

Não queria destruir somente minha cidade, São Paulo, apesar de ter me inspirado nela, preferia não dizer o nome da cidade na história, para que o máximo de pessoas de locais diferentes pudesse imaginar a sua própria cidade sendo arrasada por uma criatura gigante.

Inspirada 90% na natureza humana e 10% nos filmes sobre Kaijus, e é como dizem: essa é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

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