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As raças em Athelgard, por Ana Lúcia Merege

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Vergena, elfa brilhante e Doron, descendente dos Vanir.

A ilha exterior de Athelgard é habitada por diferentes populações de Homens e de Elfos.

Ou pelo menos é o que eles pensam.

Na verdade – e isso é um segredo que se perdeu na origem dos tempos – os Elfos de Athelgard não apenas dos viajantes de Álfheim, mas também dos Vanir e, ainda, dos Homens que viviam na ilha à época de sua chegada. Ao contrário de seus ancestrais, eles têm um tempo de vida limitado… e são muito mais semelhantes aos humanos do que gostariam.

Os Elfos Brilhantes

A principal população é a dos chamados Elfos Brilhantes. De pele clara, têm cabelos dourados, prateados ou cor de cobre e podem viver cerca de 200 anos. Estão estabelecidos no Sul da ilha, as chamadas Terras Férteis. Lá, há muitas gerações, seus líderes deram início a onze dinastias nobres e fundaram cidades em torno das quais cresceu uma avançada civilização.

No início, os Homens estiveram submetidos aos Elfos, mas depois se beneficiaram dos avanços culturais, fazendo com que suas cidades também prosperassem. Com o passar do tempo, a situação mudou, até o ponto em que os Elfos Brilhantes foram obrigados a abrir mão de seus privilégios e viver em pé de igualdade com os Homens. Agora, todas as cidades e aldeias da região estão unidas numa Liga em que vigoram tratados de paz, comércio e ajuda mútua.

As Tribos de Caçadores

Os Elfos das Florestas lembram menos seus antepassados de Álfheim e não têm sangue Vanir. Vivem cerca de 160 anos. São um pouco mais baixos, de cabelos escuros e pele morena, herdada dos grupos de caçadores humanos aos quais seus ancestrais se mesclaram, no Norte da ilha. O que mais os distingue dos Elfos Brilhantes é sua cultura, pois eles se organizam em tribos que vivem da caça e praticam o xamanismo. Algumas vivem em harmonia com os vizinhos humanos, algumas em pé de guerra, enquanto outras preferem se manter ocultas em suas florestas.

Dos povos das florestas que se conhecem até agora, dois se destacam pela cultura e pela aparência: a Tribo do Lobo Cinzento, alta e ruiva, que vive isolada na Floresta e no Vale dos Lobos, e os Ursos Negros, de corpo musculoso como os Homens e muito agressivos, que costumam se engajar como mercenários nos exércitos do Norte.

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Raymond, do Povo Alto e Kyara, da tribo da Floresta dos Teixos.

Humanos e mestiços

Em duas regiões de Athelgard há populações humanas que têm Vanires entre seus antepassados: nas Terras Férteis, que dividem com os Elfos Brilhantes, e no Leste, onde por algum tempo mantiveram um grande reino. O segundo grupo é conhecido como Povo Alto. Muitos de seus descendentes vivem hoje na cidade de Pwilrie e ganham a vida como artesãos e saltimbancos.

Os povos de sangue inteiramente humano estão espalhados por toda a ilha. Sua aparência e costumes variam de acordo com a região. Apesar disso, todos falam a mesma língua, com diferentes sotaques. A exceção são os clãs das Montanhas Geladas, no extremo norte, que são também os únicos a adorar seus próprios deuses. Os demais creem num Deus Único, embora a devoção cotidiana e os sacrifícios sejam mais dirigidos aos Heróis dos Ettas, como Thýrr, Thonarr, Woden e Freya: os deuses de Asgard e do Vanaheim, deixados para trás pelos antepassados dos Elfos e dos Homens das Terras Férteis, mas de alguma forma vivos em sua memória.

Athelgard tem também um grande número de mestiços de Elfos e Homens, principalmente nas Terras Férteis, onde a convivência é muito antiga. Sua posição nas famílias varia a cada caso, mas costuma ser mais difícil nas Casas Nobres. Já na região Norte, os casos são raros e em geral envolvem violência dos Homens contra as tribos.

A mestiçagem entre os diferentes grupos élficos também é rara. Recentemente, porém, o movimento iniciado pelo sábio Odravas levou grupos de Elfos Brilhantes a fundar povoados próximos às florestas, onde passaram a conviver com as tribos de caçadores. Isso fez surgir aldeias como a de Bryke, na Floresta dos Teixos, onde as raças e as culturas dos dois povos élficos estão cada vez mais misturadas e indistinguíveis.

É justamente de lá que vem Anna, narradora de “O Castelo das Águias” e de cuja habilidade com as palavras dependem vários destinos em “A Ilha dos Ossos”.

Ilustrações de personagens Angela Takagui, ilustração da capa Carolina Mylius.

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