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A Trilogia Athelgard: Memórias e Expectativas

athelgard-trilogiaA Fonte Âmbar está em pré-venda. Quer dizer que foi para a gráfica: não tem mais volta. Para mudar uma vírgula que seja, só na próxima impressão. Isso me deixa ao mesmo tempo feliz, ansiosa e cheia de expectativas, porque chegar ao fim de uma trilogia é algo muito especial. E eu quero partilhar essa experiência com vocês.

Os livros que compõem essa primeira trilogia de Athelgard já tinham versões completas antes de encontrar seu lar na Editora Draco. No entanto, cada um deles passou por um intenso processo de reescrita, feito com a ajuda do Erick Sama, da Allana Dilene, de vários leitores beta e – no caso do primeiro e do segundo – de muitas dentre as centenas de pessoas que leram e opinaram sobre os livros já lançados.

O feedback que recebi por parte dos leitores de O Castelo das Águias foi valioso para que eu não apenas melhorasse como escritora, mas também me questionasse a respeito da mensagem que estava passando através dos meus personagens. Anna, meu alter ego adolescente, recebeu tanto elogios quanto críticas ferozes por seu jeito conciliador que, no primeiro livro, foi tomado por alguns como passividade. Kieran foi mais poupado, talvez porque os leitores só o viram através dos olhos apaixonados da narradora, de quem ele escondia muito sobre o seu passado e a sua verdadeira natureza.

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Na reescrita do segundo livro, A Ilha dos Ossos, senti que, além de mostrar quem era de fato o Mestre das Águias, eu também devia deixar claro para o leitor o quanto a Anna conseguiu crescer e se impor num ambiente muitas vezes hostil. Mostrei, inclusive, como se recusou a aceitar a proteção de Kieran no momento em que ela provou ser uma tentativa de controle. Se fui bem sucedida ou não, só os leitores poderão dizer, mas minha opinião é que consegui dar mais profundidade aos personagens e a esse relacionamento que já foi comparado ao de Hades e Perséfone.

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Agora, com A Fonte Âmbar, estou tentando algo novo, que espero tenha deixado a história mais interessante e a narrativa mais saborosa. Kieran e Anna se revezam como narradores, mas a cada dupla de capítulos deles entra outro, menor, que traz o ponto de vista de personagens secundários. Um aprendiz, um antigo rival de Kieran, uma criada, um nobre elfo e até mesmo um soldado do exército inimigo ganham voz, e suas narrativas trazem para o leitor uma perspectiva diferente. Não sei se todos vão gostar, e estou ciente de que o fato de algumas dessas pessoas terem ficado com suas histórias “em aberto” pode me trazer mais críticas, mas escrever é dar a cara a tapa: vamos lá!

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Para dar suporte a essas histórias, complementá-las com informações, proporcionar um mergulho mais profundo em Athelgard, existem os contos em e-book e o blog do Castelo. É perfeitamente possível entender os livros sem isso, mas quem gostou dos personagens e do universo – e/ou quem achou que eles foram pouco ou mal explorados na trilogia – não deveria perder a oportunidade de saber um pouco mais. Dentre os contos, recomendo principalmente os seguintes:

A Encruzilhada , onde vemos Kieran adolescente, no cenário que ele visitará com Anna em A Fonte Âmbar (esse conto também foi publicado em Imaginários 1);

O Anel do Escorpião, em que se mostra como Mael, o antigo Mestre das Águias, conseguiu um poderoso talismã e o passou a seu aprendiz;

A Voz do Sangue, que conta a história de uma criatura das trevas sobre a qual já se falou em A Ilha dos Ossos e se fala de novo no terceiro livro.

Ainda resta muito a dizer sobre a trilogia e sobre Athelgard, inclusive planos para novos livros e contos. Farei isso em meus próximos posts. Por ora, só tenho a reiterar que estou muito feliz pela conclusão desse primeiro arco de histórias e agradecer a todos aqueles que me ajudaram a contá-las.

E a vocês, leitores, também.

3 Comentários

  1. Ana Lúcia Merege disse:

    Roendo as unhas de nervoso à espera do livro e dos comentários dos leitores. É ansiedade, mas é boa.

  2. Cristiano Konno disse:

    Show, Ana!! Parabéns por esse ciclo completo!

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