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Monstros Gigantes – Kaiju: Como escrevi “Sob o Etna”

Quando vi o concurso para montar a coletânea, achei a ideia tão boa que automaticamente quis participar. Afinal, são Kaijus! De cara, minha vontade foi fazer algo totalmente diferente ― para mim e para os leitores.

O uso de mitologia veio naturalmente: está repleta de monstros gigantes. Como sou fã da mitologia grega, lembrei logo do gigante sob o Etna. Já pensava em usá-lo em alguma história e não sabia como, então esta coletânea caiu como uma luva para mim. Porém, devo admitir que não queria focar totalmente nos monstros, ou mostrar os humanos lutando com robôs gigantes ou naves. Queria que fosse uma pequena epopeia sobre a vitória humana sobre um deus.

Decidi que a história seria em primeira pessoa, do ponto de vista de um sobrevivente, o Cientista (ele não tem nome mesmo, pode ser qualquer um) tinha que ser muito inteligente, sarcástico e até mesmo irritante ― afinal, ele havia acabado de derrotar um monstro mitológico e estava não apenas relatando o fato, mas também se vangloriando do ocorrido. Tentei deixar isso bem marcado durante toda a narrativa.

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Quanto ao cenário, imaginei como seria se simplesmente surgisse um monstro gigante no nosso mundo hoje. Tipo, agora. Sabe, você está lendo esse texto e um monstro gigante surge? Então, foi mais ou menos isso que eu queria. Mais especificamente as primeiras baixas e como os governos reagiriam. As pessoas, individualmente, não importariam tanto assim, pois se tratava de um relato que (na minha cabeça) era ouvido por alguém que se importava apenas com o cenário maior.

No entanto, acabei me vendo em um problema: como derrotar um monstro que já havia destruído com facilidade várias forças terrenas? Tive diversas ideias e acabei escolhendo aquela que mais me agradou. Não poderia, mais uma vez, descambar em porradaria, não combinaria com o tom da história. Queria algo mais… elegante. Fiquei satisfeito.

A parte mais trabalhosa foi pesquisar todos os países, tive de consultar um mapa várias vezes e pesquisar o tamanho de seus territórios para sair algo bem preciso, como queria. O resultado final, vocês podem conferir em “Sob o Etna”. Espero que apreciem.

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