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Depois do Fim: Escrevendo “Sociedade Sombria”, Nazarethe Fonseca

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O movimento era somente dos Carniceiros, seus gritos e gemidos ecoavam pelas ruas desertas, onde o vento levantava o lixo, a poeira e o cheiro pútrido que eles exalavam. Eles agiam em grupos de cinco ou seis, nunca menos. Pareciam, de um modo caótico, organizados quando decidiam caçar. Vestidos em trapos imundos, ainda com as manchas de sangue de sua última refeição, se moviam em busca de vítimas. Aquele grupo estava longe do local onde geralmente se escondiam quando o sol nascia. Algo os havia atraído. Por mais que comessem, nada os saciava, mesmo depois de devorar um homem inteiro e chegar aos ossos.

Existe algo de belo e terrível no fim do mundo que conhecemos: a queda de todos os valores que vivenciamos. O nascimento de uma sociedade baseada apenas na sobrevivência. Sem leis, sem regras, apenas sobreviver depois do fim.

Quando fui convidada a participar da coletânea estava mergulhada no mundo de Max Brooks, Guerra Z, no universo da série Walking Dead, e foi delicioso criar um conto com meu estilo e pitadas do caos estabelecido por uma epidemia de zumbis.

O conto, a Sociedade Sombria, que participa da coletânea Depois do Fim. É ambientado num mundo pós-apocalíptico onde a única forma de sobreviver é manter-se longe dos carniceiros. Criaturas que um dia foram humanas, mas que contaminadas por um vírus poderoso tornaram-se canibais e quase imortais. Nesse mundo só quem sobrevive são os mais fortes, e aqueles que espalharam o vírus que quase dizimou todos os mortais, os vampiros.

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