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Futebol: histórias fantásticas de glória, paixão e vitórias – resultados para a coletânea

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Super Sidekicks, NeoGeo

Contar uma história envolvendo futebol nunca é uma tarefa fácil. Porque não importa o quanto domine seu ofício, a dinâmica do esporte é muito diferente de qualquer coisa que você já tenha se disposto a contar. Já vimos isso acontecer em filmes, livros, séries, novelas, desenhos etc. Foram poucas as pessoas que conseguiram transmitir a paixão e a beleza do futebol em ficção tão bem quanto os tradicionais cronistas fizeram e ainda fazem contando a história que se desenrolou no gramado, mas sem necessariamente descrever de que forma isso aconteceu. É engraçado, porque embora seja um esporte extremamente cru do alto de suas dezessete regras, o futebol ainda é – à sua maneira – lindamente complexo.

E foi por isso que foi desafiador escolher os contos que participariam de “Futebol: histórias fantásticas de glória, paixão e vitórias”. Eles precisavam relatar a história dentro do campo e dar um bom suporte para ela com tudo o que contavam de fora dele. E escolhi aqueles mais próximos desse critério. São histórias que apresentam realidades alternativas, modificações corporais, contatos com criaturas espaciais e seres estranhos e extraordinários que compartilham com os humanos a paixão pelo esporte que, como uma religião, tomou o mundo e o mudou um drible de cada vez.

Fiz o melhor que pude (ao ler e reler todos à exaustão) para garantir que só os contos capazes de transcrever a emoção do esporte fossem escolhidos para a coletânea. Confira a escalação da nossa verdadeira seleção de escritores:

“2010 – O ano em que faremos contrato” (Fábio Fernandes)
“Sob o signo de Xoth” (Carlos Orsi)
“Boost” (Vinícius Lisboa)
“O último craque” (Marcel Breton)
“Jogo puro” (Diego Matioli da Motta)
“O último gol de Tião Canhoto” (Fabio Baptista)
“O rei do futebol” (Sid Castro)
“O último jogo” (Rodrigo van Kampen)
“Pátria de chuteiras” (Gerson Lodi-Ribeiro)
“Nos gramados em cinzas da Arena do Abismo” (Marco Rigobelli , org.)

0 Comments

  1. Tibúrcio Tevez disse:

    (…)
    “fazem contando a história que se desenrolou no gramado, mas sem necessariamente descrever de que forma isso aconteceu”

    Definitivamente, falamos uma linguagem muito diferente e temos uma visão igualmente diversa da tal “literatura”.
    Grato.

  2. Anderson Furtado disse:

    Parabéns aos vencedores e sucesso para o livro e os demais projetos da equipe.

  3. Ana Lúcia Merege disse:

    Só cueca?? hehehe… tá certo, vocês contrabalançam as meninas do Amores Proibidos. Sucesso ao time!

    • Marco Rigobelli disse:

      Infelizmente sim. Se minha memória não falha, tivemos três meninas entre todos os que mandaram textos, as proporções acabaram pesando contra elas.

      Queria muito ter selecionado alguma das autoras, mas julguei que seria injusto selecionar um conto só por ter sido escrito por uma mulher em detrimento de outro que eu entendi ser melhor.

  4. Fabio Baptista disse:

    Que beleeeeeza!!! 😀
    Estava na expectativa aqui. Uma grande honra ter sido selecionado.

    Abraço!

    “É gooooool… que felicidade!
    É gooooool… o meu time é a alegria da cidade!”

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