Excalibur: Escrevendo “A solução final”, A. Z. Cordenonsi
setembro 17, 2013
Excalibur: Escrevendo “A Memória da Espada”, Roberto de Sousa Causo
setembro 19, 2013

Os três E’s para o sucesso de um projeto colaborativo

Engajar, envolver e encantar são três conceitos de muito valor para a prosperidade profissional.

Há um bom tempo venho ajudando em alguns projetos da Draco. E agora, com força total, nas publicações no blog. E para alcançar bons resultados preciso interagir bastante com os autores, algo que gosto muito de fazer, pois trocar ideias e experiências é uma das melhores maneiras de enriquecer a nossa carreira e visão profissional.

A prática de ensinar, aprender, compartilhar e colaborar, além de ser um belo exercício mental, traz ótimas oportunidades de network e de fazer novos amigos e companheiros de jornada.

E uma das experiências valiosas que vivenciei – e vivencio – durante as conversas é o tal dos três E’s para o sucesso de um projeto colaborativoessas letras com seus significados mágicos! Veja a primeira ideia no artigo Os seis P’s da criação literária.

equipe colaborativa

Acreditar antes de tudo

Sempre pautei a minha carreira na seguinte condição: se vou trabalhar em um projeto, preciso acreditar nele.

Seja na criação de conteúdos para um cliente, na estruturação da informação em um site ou no desenvolvimento de um livro, essa confiança é importantíssima para darmos o tal 100% que os técnicos adoram falar.

E com a Draco é exatamente assim, não é somente por ser a editora da Série Tempos de Sangue, mas também por ser uma iniciativa com a qual me identifico, de profissionais que me parecem buscar sempre o aprimoramento e a evolução.

Assim, já temos o primeiro passo, o engajamento.

Profissionais com visões em comum, que além de buscar soluções para destacar seus projetos individuais, pensam, criam estratégias e agem como uma equipe colaborativa com foco na disseminação do conhecimento.

E essa é a etapa mais difícil, pois depende de características subjetivas e de personalidade como boa-vontade, não-egolatria e interesse em doar-se um pouco – ou muito.

Se vamos para uma batalha, devemos ir com convicção.

Time engajado, agora é preciso envolver. Tendo a percepção de valor do projeto e da marca, no caso da Draco, então cada profissional que colabora precisa usar o dueto supremo conhecimento + habilidades para gerar boas perspectivas e essas se transformarem em fatos.

E junto com os demais membros da equipe criar uma comunicação de alto desempenho, relevante, significativa e impactante. É isso que as grandes empresas (não só no tamanho físico) fazem. Elas usam cada pessoa, cada talento como uma célula parte de um organismo vivo e dinâmico. E todas precisam estar em sintonia e equilíbrio.

A “era” dos gurus e dos lobos-solitários está perto do ocaso.

Por fim, depois de todo esse trabalho duro de interação, compartilhamento e mobilização, que tem altos e baixos, sucessos e quedas, mas proporciona muito aprendizado (empírico principalmente), vem o encantamento.

Idealizamos, planejamos, criamos estratégias, executamos e só depois desses passos, muitas vezes bem lentos, temos a satisfação.

E quando falamos de encantamento, os círculos se expandem, ultrapassam os limites da equipe e chegam aos leitores, amigos, apoiadores e, olha que magnífico, a pessoas com os mesmos ideais e visões. E assim que se formam os círculos de valor.

Espero que tenha gostado e, como não podia ser diferente, vamos juntos nessa?

Até mais!

0 Comments

  1. Ana Lúcia Merege disse:

    Não podia concordar mais. E te digo uma coisa: tem outros membros da equipe bem entusiasmados, viu? 🙂 Vamos nessa sim! 🙂

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *