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Quem conta as Fantasias Urbanas? – Round 1

Começando com o Zero, os leitores podem esperar a junção de fantasia com steampunk que o autor adotou com sucesso em seu romance de estreia, o Baronato de Shoah. Eu o definiria como um drama de tribunal pontuado com cenas de ação. As medusas com pegada steam são, para mim, um dos pontos altos da história. Nas palavras dele:

O monge é o segundo spin-off do Baronato de Shoah e conta a história de Tsutomo Yamaguchi, um soldado vindo do oriente de Nordara. Acusado de assassinar três sheyvet em combate desarmado, ele vê suas chances de liberdade recaírem sobre uma jovem e inexperiente nookam, Syrah Vidocq, disposta a tudo para provar sua competência perante os mais importantes juízes imperiais.”

Tiago Toy, que tem se destacado com seu terror com zumbis, o romance Terra Morta, mostra a história de um casal brigado que resolve se reconciliar justo na hora em que a correria começa. Um conto rápido com um final inteligente que não tem nada de humor, como pode parecer a princípio. Pelo contrário, é um drama forte e gostei muito de tê-lo na coletânea. Para o Toy:

“Heroína tem aquele o romantismo negligenciado em Terra Morta, com todos os seus melhores elementos. É um drink aos amantes do gênero, mas sem apelar para a água com açúcar. Está mais para água infectada, com uma pitada de algo doce e, ao mesmo tempo, amargo. Esse é o sabor do conto.”

A história da Ana Cristina Rodrigues não possui uma romance como referência, mas se passa no mesmo universo de um conto anterior da autora. É um drama sutil, sensível, que tangencia o clima das velhas fábulas e nos mostra uma cidade de burocracia kafkiana. Ela definiu o conto assim:

“Meu conto O Rei-Máquina é sobre perda e redenção, um guerreiro que procura reaver seu lugar no mundo depois de ter perdido tudo por sua própria culpa. E também sobre uma cidade de lata e um rei-máquina, valquírias e a Cidade Sem Nome.”

Por hoje é só, pessoal. Quarta-feira eu e os autores falaremos de mais três contos para vocês. Até lá.

Lembrando que o livro pode ser adquirido aqui. 😉

0 Comments

  1. Toy, vc nem leu o “Seolferwulf”! te odeio! ALIAS vem aqui autografar meu Terra Morta!

  2. Tiago Toy disse:

    Spin-off d’O Baronato’? Já é o primeiro a ser lido. =)

  3. […] 1: José Roberto Vieira, Ana Cristina Rodrigues e Tiago Toy falam sobre seus […]

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