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Quem conta as Fantasias Urbanas? – Final Round!

E aí, folks? Prontos para o fim de semana? Antes de se entregarem a esses dois dias que passam voando como mágica, é hora de falarmos dos três autores que fecham o time do Fantasias Urbanas.

Dando aquela recapitulada esperta, foram três posts sobre o livro: o primeiro explicou a proposta de explorar as cidades em mundos de fantasia. O segundo falou sobre os contos de José Roberto Viera, Tiago Toy e Ana Cristina Rodrigues. E o terceiro deu a palavra ao Rober Pinheiro, Douglas MCT e Rafael Lima.

Quem acompanhou desde o início já deve saber que as últimas vítimas são Erick S. Cardoso, Antônio Luis Costa e Carlos Orsi.

Em nome das mães, do Erick S. Cardoso, que também é editor da Draco, é sem dúvida o mais pesado do livro. Feito para estômagos fortes, ele acompanha a investigação de um assassinato cruel, daqueles que pedem uma pausa para respiração (e uma cara de eca!). Segundo ele:

“O conto se passa no mesmo universo fantástico de Botão de Rosa (Erótica Fantástica) que lembra muito a Terra no séc. XVIII, mas com diferenças sociais importantes, como o papel feminino mais presente como tomador de decisão. É uma história policial protagonizada por um Inquisidor rígido e atormentado, em uma cidade cheia de sombras e vícios, iluminada por noites avermelhadas.”

Usando uma palestra bem-humorada como pano de fundo, Antônio Luís Costa mostra um mundo com mais cores e dinamismo, mas nem por isso menos denso. Agora pode ser contado aproveita a fantasia para falar de conflitos sociais, com um toque de necromancia. Direto de Atlântida, ele falou:

“O conto está ambientado no mesmo universo de Crônicas de Atlântida: o tabuleiro dos deuses. Na comemoração do aniversário da revolução que mudou sua cidade, o idoso e bem-humorado líder da Guilda dos Mensageiros de Atlântis revela aos seus companheiros um escabroso episódio de sua juventude e suas importantes consequências para ele e seu povo.”

Fechando com chave de ouro, o conto de Carlos Orsi nos devolve à noite, entre os vampiros, múmias e deuses que agora ocupam o planeta. Os humanos, você já deve imaginar, não estão numa situação muito confortável no conto Antropomaquia, um terror que provoca aqui e ali uns risos de nervoso. Se você nunca leu nada do autor, tudo o que posso dizer é para não esperar nada convencional, mesmo com criaturas dentuças na brincadeira. Olha só o que ele nos contou:

“Depois da Segunda Vinda de Cristo, os escolhidos partem para o Paraíso, mas na Terra ficam os corpos ressuscitados dos condenados, cada um tomado por uma maldição diferente, e os ainda vivos. Nesse mundo, um cientista solitário vaga por São Paulo em busca da chave para restabelecer a ordem no planeta.”

Com esse post, chegamos ao fim da nossa viagem. Agora começa a de vocês. Espero que curtam esse passeio por diferentes vertentes da fantasia que torna o Fantasias Urbanas um livro tão divertido e peculiar. Se você gostou, não deixe de comprar na pré-venda, no site da Editora Draco, e aproveitar o frete grátis.

Qualquer dúvida, estamos à disposição e não deixe de comentar.

Um abraço e até o próximo lançamento.

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