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O Baronato de Shoah: construindo um universo

o_baronato_de_shoah_a_maquina_do_mundoO Baronato de Shoah sempre foi pensado como um universo em expansão. Mais do que uma série de quatro ou cinco livros que contam a história da Canção do Silêncio, ele serviria de base para a criação de um universo onde, mais tarde, surgiriam outros povos, outras culturas e outros livros.

A ideia original era a de escrever um livro único para cada um dos nove reinos, tornando o universo expandido de O Baronato de Shoah algo único e empolgante, mas é difícil fazer isso quando cada reino apresenta possibilidades infinitas de aventuras e histórias para os leitores.

Em um primeiro momento a cultura de Nordara é apresentada segundo o ponto de vista dos ggoyim e dos bnei shoah, os humanos e senhores do Quinto Império, a maior das nações. Mas, conforme os livros se desenvolvem e os demais povos aparecem na história é que se percebe o quanto os humanos podem ser preconceituosos e seus conceitos estão errados a respeito dos seres mágicos que os cercam.

O Baronato de Shoah - A Canção do SilêncioUm belo exemplo deste preconceito são as informações acerca dos khans em A Canção do Silêncio. Ali eles são descritos como uma raça de homens-lobo selvagens, bárbaros e que louvam aos Titãs, os grandes deuses do passado. Já em A Máquina do Mundo sua cultura é apresentada de forma diferente, com respeito à família, às tradições e aos seus criadores. Eles não acreditam que Shoah é o messias libertador e isso os coloca em conflito com o Quinto Império. Uma fórmula simples, mas tão real quanto em nosso mundo.

Ler O Baronato de Shoah depois de sua publicação me ajudou a formular melhor as ideias, eliminar contradições e certos “buracos” na trama. Como autor, é importante sempre pensar naquilo que está na minha mente e na melhor forma de transmitir isto para o leitor, deixá-lo à vontade, mas sempre curioso para desvendar os mistérios de Nordara.

O Baronato de Shoah – A Máquina do mundo, foi um desafio para mim. Seus últimos capítulos foram alterados diversas vezes até que cada personagem enfrentasse o dilema certo para sua vida. Essas alterações nem sempre estavam de acordo com o meu gosto, ou com o que eu queria para esses personagens, mas há certos momentos na escrita que o autor perde o controle sobre a história e se deixa levar por seus personagens.

Por último, mas não menos importante: se você já leu O Baronato de Shoah – A Canção do Silêncio, sabe que pode confiar pouco nas realidades que lhe são apresentadas e que, assim como os bnei shoah, você talvez não esteja sendo apresentado à verdade e ao que realmente aconteceu nos últimos dois séculos do Quinto Império. Não se prenda aos conceitos que lhe são apresentados, não tome nada como verdade absoluta, não se deixe levar mesmo pelo mais simpático dos personagens. Se você fizer isso, será muito mais difícil reunir os pedaços da sua mente quando toda a verdade for revelada.

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